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Assunto: RESDUOS SLIDOS - DEFINIO E CARACTERSTICAS
País: Brasil
Fonte: http://www.hidro.ufrj.br/pqarj/geral/residuos/caracter/texto.htm
Data: 10/2007
Enviado por: Rodrigo Imbelloni
Curiosidade (texto):
Trs tipos de resduos, em geral, representam a grande preocupao dos municpios: o lixo urbano (composto pelo domstico, comercial e da varrio das ruas), o lixo hospitalar e o lixo industrial.

1. Lixo Urbano

A maior parte dos resduos considerados como lixo urbano o lixo domstico, resultado das atividades das pessoas dentro das casas, como alimentao, asseio, conservao, etc. Varia conforme a cidade, o clima, os hbitos e o padro de vida da populao. Apesar de conter muito mais plstico e papel, o lixo proveniente do comrcio pode, em geral, ser tratado juntamente com o domstico.

Merece destaque, ainda, o lixo constitudo pelos resduos da varrio e capina de ruas e praas, da poda de rvores em parques e jardins, pelos resduos de mercados e de feiras-livres, pelo entulho, bem como por mveis, colches, pneus e outros objetos sem uso, aos quais as administraes precisam dar uma destinao final.

2. Lixo Hospitalar

Os resduos oriundos de hospitais, ambulatrios, laboratrios de anlises clnicas, clnicas dentrias e veterinrias, farmcias, institutos de pesquisas que trabalham com animais doentes e de biotrios so comumente chamados de lixo hospitalar, ou sptico, ou contaminado, ou ainda, patognico.

Esse lixo composto, principalmente, de gazes, ataduras, algodo, agulhas, seringas, pedaos de tecido ou partes do corpo humano, restos de limpeza provenientes das salas de cirurgia, de curativos e restos de alimentos dos pacientes.

O lixo patognico deve ser tratado com cuidados especiais, sendo que essa ateno deve comear pelo pessoal que manipula esse material nos prprios hospitais, ambulatrios e biotrios. As secretarias estaduais e municipais de sade esto habilitadas a dar esclarecimentos e treinamento aos funcionrios encarregados dessa manipulao. Este material deve ser recolhido separadamente e acondicionado em sacos plsticos (cujo o enchimento deve se limitar a dois teros de sua capacidade) de cor branca leitosa, grossos e resistentes (Norma NBR 9191, da ABNT - Associao Brasileira de Normas Tcnicas). Esses sacos sero depositados em contenedores bem vedados, localizados fora do prdio hospitalar, e devem ficar fora do alcance de qualquer pessoa (em especial dos catadores de lixo), at sua coleta.

A coleta deve ser realizada em veculos especiais (separadamente do recolhimento de outros tipos de resduos), por pessoal treinado e equipado com equipamento de proteo individual apropriado, em dias e horas determinados. Os recipientes que retm este material patognico at a coleta no devem ser utilizados para outros fins ou ficar, por exemplo, na calada espera da coleta.

O material contaminado ou lixo hospitalar jamais deve ser encaminhado para lixes, aterros sanitrios ou usinas de compostagem. O melhor e mais seguro destino para esse material a incinerao, conforme exigncia da Portaria n. 53, do Ministrio do Interior, de 1 de maro de 1978, que atribui ao municpio a responsabilidade de construo de incineradores. Os incineradores devem ser instalados em reas onde no causem incmodos ou riscos populao.

Em razo dos altos custos dos incineradores, a alternativa recomendvel o estabelecimento de um consrcio entre municpios de uma mesma regio para incinerao conjunta de todo o lixo hospitalar produzido na rea. Atualmente, malgrado existam leis e diretrizes especificas para este material, poucos seguem estas determinaes, permitindo a ida para aterros ou lixes de materiais que apresentam riscos sade, em disconformidade com a legislao em vigor. Esta distoro ocorre at mesmo em metrpoles como Rio de Janeiro e So Paulo e em municpios de mdio porte. Apesar de constituir crime contra o meio ambiente, a populao em sua maioria desconhece os riscos epidemiolgicos que o tratamento incorreto do lixo patognico pode acarretar.

3. Lixo Industrial

O lixo indus