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Curiosidades


Assunto: Lixo: maior problema ambiental dos municpios
País: Brasil
Fonte: http://revistaea.org/artigo.php?idartigo=98&class=18
Data: 9/2010
Enviado por: Rodrigo Imbelloni
Curiosidade (texto):
Lixo: maior problema ambiental dos municpios Na sociedade compartimentalizada em que vivemos, coube aos ecologistas o papel de responsveis pela fauna e flora. Saindo disso, qualquer outro assunto pode parecer intromisso e cara alheia. Os ecologistas, entretanto, recusam este gucto, pois os problemas ambientais acabam permeando todas as atividades humanas e de qualquer administrativas pblicas. Afinal, as agresses ambientais podem ser dividias em dois grandes blocos interrelacionados entre si: o do conjunto das poluies e agresses fauna, flora e ao planeta como um todo onde pacfica a atuao a atuao dos ecologistas; e o do conjunto de agresses que a espcie humana prtica entre seus prprios indviduos onde a atuao dos enologistas costuma ser questionada. Relaciona-se entre as agresses que cometemos contra ns prprios as diversas poluies do ar, das guas, do solo, dos alimentos do som, da paisagem em nossas cidades. Elas atingem diretamente a pessoa humana, sua sade, seu bem-estar. Nesse sentido, a defesa da ecologia fundamentalmente uma defesa da qualidade de vida. Afinal, nossa espcie tambm faz parte da natureza. Dentre os problemas ambientais mais graves enfrentados pelas prefeituras, o saneamento e o lixo so dos mais srios, urgentes e os que causam maiores seqelas, tanto para o meio ambiente quanto para a sade da populao. Em boa parte dos municpios, o tratamento de gua e as redes de esgoto so de responsabilidade do estado, o que no tira do municpio o dever de zelar pela sade o bem-estar dos cidados. obrigao do Municpio cobrar do estado o cumprimento de suas tarefas, paralelamente elaborao de programas alternativos de abastecimento e tratamento de gua e sistemas alternativos de coleta e tratamento de esgotos, enquanto no chega as obras definitivas a serem realizada pelo estado. O lixo j outro caso , cabendo geralmente s prefeituras a responsabilidade pela limpeza urbana, a coleta domiciliar a destinao final. Cada uma dessas fases envolve muito funcionrios e equipamento, acabando por se deficitrio o servio, devido a falta de recursos. Entretanto, mais que um problema tcnico, existe uma questo filosfica com relao ao lixo que produzimos. A populao considera lixo como uma coisa suja e que deve ser colocada no lugar mais longe possvel, num canto qualquer distante de tudo. Acontece que lugares assim no existem, e o vazadouros e aterros sanitrios acabam agredindo a natureza e a prpria populao. Por outro lado, a populao no colabora com a limpeza da cidade, pois costuma achar que as ruas e praas so terra de ningum, no tm dono, e portanto pode-se jogar papel de bala de sorvete no cho sem nenhum problema. As pessoas no percebem que as ruas e praas, ao contrrio do que se pensa, tm muitos donos, pois pertencem a todos os cidados e contribuintes da cidade. O que os ecologistas defendem que o lixo no coisa imprestvel a ser jogada fora num canto escuro qualquer, mas, ao contrrio, ode e deve ser reaproveitado, reciclando materiais como papel, metal, vidro, plstico e produzindo composto com o material orgnico. Claro que isso envolve diversas mudanas, no s nos equipamentos, pessoas e operao do servio, como tambm com relao mentalidade da populao e dos administradores pblicos. No toa que to difcil mudar as coisas. A coleta seletiva do lixo pode ser um bom exemplo dessa nova filosofia. Aps um trabalho prvio de divulgao e educao ambiental numa das rotas da coleta, a prefeitura pode coletar num dia apenas o material reciclvel e, em outro, o material orgnico. O morador que no separasse o seu lixo no receberia a coleta. Aos poucos o servio de coleta seletiva seria estendido s outras rotas at abranger todo o servio. O material reciclvel seria separado e vendido, e o material orgnico transformado em adubo. Com isso, a vida til dos aterros sanitrio seria multiplicada. Vilmar Berna http://www.jornaldomeioambiente.com.br